• Ney Martini

Call de Mercado - 16 de Dezembro

Bom Dia,

Em semana de Copom, de Fed e de nervosas negociações comerciais entre Estados Unidos e China, o dólar teve oscilação de -0,77%. No mês acumula queda de 2,04% e no ano está com alta de 5,91%. Fechou na sexta-feira à R$ 4,1105, alta de 0,33%.



Segundo alguns gestores, a perspectiva do real para o curto prazo é animadora. A manutenção dos juros americanos para todo o 2020, aliado aos sinais de retomada da economia brasileira e a perspectiva de entradas pontuais de dólares (privatizações) alimentam a visão de que nossa moeda possa fortalecer-se frente ao dólar. Tem gente apostando que fecha o ano abaixo da linha dos R$ 4,00. Outros, porém, apostam numa divisa mais valorizada, citando: (1) uma balança comercial negativa em função da crise argentina, (2) juros baixos por aqui, (3) ainda não há uma certeza quanto ao ingresso de divisas por conta das concessões e privatizações. Nesta linha, o economista Alexandre Schwartsmann (ex-Bacen) afirma que o dólar continuará acima de R$ 4,00: “a desvalorização recente do real teve mais causas externas do que domésticas, e a piora no saldo em conta corrente não é tão preocupante quanto a questão fiscal, que ainda não foi resolvida”.


A última semana cheia do ano começa ainda tendo como destaque (ainda) as negociações comerciais entre chineses e americanos: sabe-se que chegaram a um acordo mas ainda não temos detalhes específicos. Foi fechado a Fase 1 e agora a Fase 2 começa imediatamente (segundo Trump). Também no radar temos a questão do Brexit: após a vitória esmagadora conservadora, as portas estão abertas para a Inglaterra deixar a União Europeia até 31 de janeiro. Quanto aos dados a serem divulgados, os destaques vão para os de produção industrial, de habitação, do sentimento do consumidor, de renda e de gastos pessoais americanos. Por aqui, os destaques vão para os dados de inflação e para a ata do Copom (3F 9h).


O Boletim Focus divulgado há pouco manteve o dólar para o final deste ano em R$ 4,15.

Neste momento as moedas EM oscilam sem uma única direção, com oscilações não maiores de 0,5% (caso da lira turca. Mas o rublo e o rand caem 0,3% frente ao dólar). Na Ásia, destaque para a bolsa de Xangai, que fechou nas máximas de seis semanas. Tokyo caiu 0,29%. As bolsas europeias operam para cima e os futuros de NY apontam para uma abertura também no positivo.


Desejamos a Todos uma Ótima Semana!



Ney Martini

Formado em Adm. de Empresas pela UFRGS

35 anos de experiência em mercado Forex

Mais de 10 anos de atuação no Citibank como Treasury Trader

e outras passagens por grandes bancos e corretoras, responsável

pelas operações de câmbio e derivativos





Aviso: este texto foi integralmente transcrito de boletim interno para o Blog do Câmbio mediante autorização formal do Autor. A reprodução, total ou parcial, em outras páginas é terminantemente proibida.


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por Gustavo Candiota

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