Seguro viagem: sim, você precisa. Sempre.

25/04/2016

Bom dia, caros leitores!

 

Como passaram o feriado? Espero que muito bem.

 

O post de hoje será dedicado a um assunto bastante comentado por quem está por viajar ao exterior, mas muitas vezes tem sua importância questionada: Seguro viagem.

 

"Por que fazer?" 

"Será que preciso? Eu estou bem de saúde."

"Não vou desperdiçar dinheiro em algo que é quase certo que não precisarei."

"Não, obrigado, já tenho pelo cartão de crédito."

"Vou para a Africa do Sul surfar em um mar de tubarões, mas prefiro arriscar."

 

 

O que são as perguntas e afirmações acima? Frases comuns de muitos passageiros quando questionados se desejam mais informações sobre seguro viagem. Detalhe: isto ocorre apenas quando é oferecida uma cotação sem compromisso. Quando a pessoa ainda nem analisou os detalhes e benefícios de cada plano. Isto que podemos chamar de uma pré-rejeição a um serviço é comum quando algo exige um investimento prévio sem haver uma noção de necessidade de uso. É diferente de gastos com bilhete aéreo, hotel ou aluguel de carro, itens de uma viagem ao exterior que são pagos e obviamente serão utilizados. Para muitas pessoas existe até um certo preconceito, acham que o agente ou intermediador está apenas querendo fazer venda casada para ampliar sua receita. Não é verdade.

 

Quem trabalha com este valioso serviço, seja para complementar um pacote turístico ou vender de forma avulsa, faz pela preocupação com você, sua saúde, seu bem-estar durante o período fora do Brasil, e para o bom andamento da viagem como um todo. E lembre-se: seguro viagem não está limitado apenas a despesas médicas, existe todo um conjunto de benefícios incluídos para que toda e qualquer surpresa esteja coberta, reduzindo incomodações e gastos inesperados gigantescos.

 

Lembro bem de um caso relatado por uma agencia de viagens parceira que teve muitos problemas com uma passageira optante por não emitir seguro, "por ser jovem e saudável", e na véspera de retornar teve nada menos que uma apendicite. Resultado: quase 30 mil dólares de despesas, somando cirurgia, diárias de hospital, troca de vôos e multas de hotel.

 

Outro ponto importante: tome cuidado se você (acredita que) está coberto pelo seguro do seu cartão de crédito. Muitas vezes não está, exceto se o bilhete aéreo foi comprado com ele, e ainda assim os itens inclusos no plano padrão são bastante reduzidos. Funciona assim: eles anunciam que há uma cobertura de, digamos 300 mil dólares em despesas médicas e você se sente tranquilo. Porém, no dia que precisa descobre: não cobre doenças pré-existentes, não cobre despesas odontológicas, não cobre extravio de bagagens, não cobre gastos com atraso de vôo e por aí vai. Ou seja, estes seguros "sem custo", geralmente cobrem apenas as situações com menor chance de ocorrência.

 

Sempre vale reforçar também que imigrar em qualquer continente da União Européia com seguro viagem é OBRIGATÓRIO conforme Tratado de Schengen, sob pena de ser deportado ao país de origem em caso de descumprimento a essa lei.

 

Fique atento! Cuide de você e de sua família. Faça um seguro viagem!

 

Atenciosamente,

Gustavo Candiota

Diretor

 

 

 

 

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por Gustavo Candiota